Em ação patrocinada pela Advocacia Cremasco a 1ª Câmara da Primeira Turma do Tribunal Regional do Trabalho 15ª  Região considerou exaustiva a jornada de trabalho de funcionário de uma grande multinacional que chegou a trabalhar por mais de 20 horas sem descanso.

No acórdão, salienta a Câmara  que as condições impostas ao trabalhador são indignas e que mesmo recebendo salário de aproximadamente 10 mil reais o obreiro foi reduzido à condição análoga de escravo.

Em decorrência dessa situação, a empresa foi condenada no pagamento de indenização por danos morais de R$ 5.000,00.

 

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