Na semana passada, a Advocacia Cremasco deu início a uma série em que será apresentada situações fictícias sobre o dia a dia do trabalhador pautado na Reforma da Previdência. Hoje teremos a segunda situação fictícia no qual muitos trablhadores já se depararam com esta situação. Vejamos:

 

O respeitável Professor Tavares conta hoje com 54 anos idade. Sonhador e idealista, apesar dos baixos salários, sempre foi apaixonada pela sala de aula. Foi responsável pela alfabetização de uma grande parte dos moradores de sua pequena cidade localizada no distante sertão nordestino.

Hoje conta com 23 anos como professor e ainda mais 5 anos que trabalhou na venda do tio, mas sem registro formal. Pelas regras atuais com mais dois anos alfabetizando nossas crianças poderia ter a sua aposentadoria especial como professor. Seria o reconhecimento pelo esforço diário e tão nobre.

 

Porém nessa situação com a Reforma do atual governo de Bolsonaro, o Professor Tavares terá que continuar em sala de aula por mais 07 longos anos (tempo mínimo 30 anos e idade mínima 60 anos).

 

Pobre Professor que é o culpado pelo déficit da Previdência.

 

 

 

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