Um dos benefícios mais recorentes no Brasil é a pensão por morte. Neste 8º capítulo da série sobre a Reforma da Previdência, este benefício será o tema de uma situação fictícia em que muitos brasileiros já se depararam: a perda de um cônjuge. Confira este exemplo e veja o reflexo que a reforma da previdência fará com o benefício:

 

Paula Cristina era uma operadora de máquinas de uma metalúrgica. Recebia de salário R$ 2.400,00 mensais, mas por trabalhar em horas extras seu salário era em torno de R$2.600,00 normalmente.
Contribuiu para a Previdência por 20 anos e nunca usou os benefícios. Sua média de contribuições foram de R$2.550,00. Por uma fatalidade teve um mal súbito e veio a falecer.
Seu esposo, tem mais um motivo para se entristecer, pois estavam juntando as economias para buscar uma fertilização para ter seu primeiro filho ou então adotar uma criança. Conversando com um grupo de apoio foi informado que seu pedido de pensão por morte deve ter um valor de 100% da média ou seja R$2.550,00.

Nisso uma pessoa que estudou a Reforma da Previdência do governo Bolsonaro alertou que com as novas regras o valor não seria esse não. Explicou que seria 60% deste valor ou seja R$1.530,00.

É muita tristeza e decepção para um trabalhador.

 

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