Neste terceiro capítulo da série que retrata a reforma da previdência no dia a dia do trabalhador, o foco será uma situação fictícia no que diz respeito a aposentadoria por idade e pensão por morte. Vejamos:

 

A simpática velhinha Marcelina com muito sacrifício conseguiu aos 60 anos sua aposentadoria por idade no valor de R$998,00. Com sofrimento pela perda de seu querido esposo com quem era casada a mais de45 anos, procurou o INSS para obter a pensão por morte, sabendo que ele recebia R$1200,00 mensais. Apesar da demora para sair o benefício ele foi pago integralmente no valor de r$1.200,00.

Com a Reforma do atual governo Bolsonaro temos que a nossa simpática idosa teria uma perda em sua renda mensal caso o fato ocorresse depois de aprovada. Sua renda mensal que hoje é de r$2.198,00 com a reforma teríamos o seguinte:

 

A pensão ficaria em R$1.200,00, porém a aposentadoria que obteve com o seu suor após longos anos de contribuição seria de R$798,40 (80% do salário mínimo).

Já a esposa do Fabrício José Carlos de Queiroz, aquele policial militar que trabalhava como motorista e que vendia carros como ninguém, caso ele venha a falecer, não desejando, mas ele diz ter uma grave doença, manterá sua renda até que nossos legisladores criem e seja implantado uma Previdência complementar.

 

Essa é a reforma que está sendo apresentada como justa e que irá beneficiar os mais pobres.

 

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