Em ação trabalhista ajuizada pelo Jurídico do Sindipetro Unificado em favor de associado, o Juiz da 1ª Vara do Trabalho de Mauá proferiu sentença em que reconheceu como de serviço efetivo o período de treinamento do trabalhador petroleiro. O Juiz entendeu que o argumento da Petrobras não é valido, ou seja, de que o período de treinamento está previsto no edital e por esse motivo não seria período de trabalho. A sentença colocou que: “Não vinga essa idéia defensiva a uma porque não comprovada e a presunção aqui favorece o demandante; a duas porque aprender o serviço trabalhando é o mesmo que trabalhar; a três porquanto a orientação do operário sob o prisma teórico não exclui a conformação do contrato de emprego e deveria, sempre, ser intrínseca a esse tipo de contrato”. Finalizou condenando a Petrobras a considerar como data de admissão o dia do início do treinamento e a considerar essa data para fins de cálculo e pagamento de anuênios. (processo 0002033-82.2011.5.02.0361).

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