Procurador diz que 50 funcionários relataram humilhações e perseguições.Universidade terá prazo de 60 dias para analisar texto e sugerir alterações.

MPT propôs acordo para coibir assédio moral na Unicamp (Foto: Leon Cunha)
MPT propôs acordo para coibir assédio moral na Unicamp

Após receber pelo menos 50 denúncias, o Ministério Público do Trabalho propôs à Unicamp um acordo para coibir práticas de assédio moral entre funcionários da universidade. O termo de ajustamento de conduta (TAC) foi apresentado pelo procurador Eduardo Luís Amgarten na quarta-feira (25) e concede 60 dias para a instituição avaliar os termos e sugerir alterações.

O texto foi proposto pelo MPT durante audiência pública que reuniu integrantes do sindicato que representa os trabalhadores (STU) e a cúpula da universidade, no campus de Campinas (SP). Amargarten disse que 25 funcionários foram à reunião e relataram ter sofrido humilhações e perseguições, ligadas às disputas por cargos comissionados e hierarquia.

“Foi importante porque muitos quiseram falar sobre os problemas vivenciados e a Unicamp tomou conhecimento sobre os fatos. A direção até se surpreendeu com detalhes e situações que alegaram desconhecer”, falou o procurador. A audiência durou quatro horas e, segundo ele, as denúncias foram recebidas pelo MPT desde 2010, quando foi aberto inquérito civil. Cerca de 250 funcionários da universidade acompanharam os trabalhos no auditório.

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Na qualidade de escritório contratado para a assessoria jurídica ao Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp, a Advocacia Cremasco vem orientando e encaminhando esta discussão.

Atualmente, mantemos o acompanhamento dos procedimentos instaurados junto ao Ministério Público do Trabalho, o acompanhamento das denúncias e seus desdobramentos no âmbito administrativo da Universidade, bem como as Ações Judiciais cabíveis para garantir os direitos dos trabalhadores da Unicamp.

 

 

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